Para onde vai a semana
A sua semana, antes e depois de eu ficar com a informática.
Na quarta-feira, os pequenos pedidos já ocupam a agenda toda. A partir de quinta fico com eles, um de cada vez, e a semana seguinte volta a ser do negócio.
Um pequeno filme sobre a semana de uma empresa. Na segunda-feira, o calendário tem sete reuniões de negócio e começam a chegar pedidos: um portátil que não arranca, um contrato de arrendamento assinado que ninguém encontra, um pedido jurídico à espera há nove dias, uma pergunta sobre o Copilot. Na quarta-feira, oito pedidos cobrem o calendário. A partir de quinta-feira, a 3DH trata deles, um de cada vez. Na sexta-feira, seis estão resolvidos de vez. Na segunda-feira seguinte, o calendário tem onze reuniões de negócio.
O que assumo
Seja qual for a atividade da sua empresa, tudo se resume a seis áreas.
Configuro cada uma como deve ser e depois mantenho-a a funcionar.
Local de trabalho
Email, ficheiros, calendários e Teams no Microsoft 365, bem configurados e sempre em ordem.
Pedidos e aprovações
Férias, compras, pedidos jurídicos e administrativos num só sítio, em vez de espalhados pelo email e pelo chat.
Automação
As cópias e a triagem que as pessoas fazem à mão entre caixas de correio, formulários e pastas, feitas automaticamente.
Segurança e dispositivos
Portáteis encriptados, geridos e com apagamento remoto.
Pessoas e apoio no dia a dia
Novos colegas prontos antes do primeiro dia, e uma só pessoa a quem ligar quando algo avaria: uma impressora, o Wi-Fi, uma pasta perdida.
IA prática
IA que lê, organiza e verifica documentos nas ferramentas que já usa. A decisão continua a ser de uma pessoa.
O Scout, o meu produto para sociedades de advogados, é um exemplo disto. Ver o Scout.
Casos
Pedidos reais de uma empresa com quem trabalho, anonimizados. Por baixo de cada um, outros sítios onde o mesmo problema aparece. Eu próprio geri empresas e perdia horas todas as semanas com exatamente isto, por isso sei quanto custa.
Local de trabalho
O pedido: documentos espalhados entre o Google e o Dropbox, cada pessoa com a sua forma de arquivar.
O que fiz: tudo passou para um único ambiente Microsoft 365, com um só início de sessão e acessos claros.
Onde mais ajuda: uma cadeia de lojas em que cada gerente guarda as tabelas de preços no seu portátil, ou um fabricante cujos contratos com fornecedores estão nas caixas de correio de três pessoas.
Pedidos e aprovações
O pedido: pedidos jurídicos enviados por email e perdidos.
O que fiz: uma lista de pedidos, com uma notificação quando chega alguma coisa e um estado que todos veem.
Onde mais ajuda: pedidos de férias num grupo de WhatsApp, ou compras que todos julgavam aprovadas por outra pessoa.
Automação
O pedido: trinta caixas de correio partilhadas organizadas à mão todas as manhãs.
O que fiz: 240 regras de etiquetagem que organizam o correio à chegada, sem erros até agora.
Onde mais ajuda: faturas de fornecedores arquivadas à mão, ou encomendas do site introduzidas outra vez no sistema de contabilidade.
Segurança e dispositivos
O pedido: nenhum dispositivo gerido.
O que fiz: onze portáteis, um deles um Mac, registados, encriptados e com apagamento remoto.
Onde mais ajuda: um portátil esquecido num táxi, ou alguém que saiu há meses e ainda consegue iniciar sessão.
Pessoas e apoio no dia a dia
O pedido: um novo advogado a começar na segunda-feira.
O que fiz: um portátil gerido e encriptado, com email, ficheiros e ferramentas, pronto antes de ele chegar.
Onde mais ajuda: um comercial novo que passa a primeira semana a pedir palavras-passe, ou pessoal sazonal que precisa de acesso em junho e já não o devia ter em setembro.
IA prática
O pedido: duas versões de uma data room para comparar.
O que fiz: uma ferramenta de comparação que a equipa hoje usa sozinha.
O pedido: um pedido para verificar antes de seguir.
O que fiz: um verificador que detetou uma parcela introduzida duas vezes.
Onde mais ajuda: comparar um concurso com o do ano passado, ou um contrato com as suas condições habituais. Sempre nas ferramentas que já tem, e a decisão continua a ser de uma pessoa.
Nas palavras deles
O que dizem as pessoas que o usam.
Os pedidos jurídicos: excelentes. [...] Estou muito satisfeito. [...] Porque nada se perde. Antes enviávamos por email e ficava esquecido.Te wnioski prawne: rewelacja. [...] Ja jestem bardzo z tego zadowolony. [...] Bo nie ginie. Bo tak to na mailu wysyłaliśmy i się zapominało.
Por agora está tudo a funcionar. [...] O Teams funciona. O Outlook funciona. [...] Finalmente funciona.Mi na razie wszystko hula. [...] Teams działa. Outlook działa. [...] W końcu działa.
Limitei-me a seguir as instruções e fiz tudo sozinho.Ja tam zgodnie z tą instrukcją wszystko robiłem.
Para começar, uma automação
Antes de se comprometer com o que quer que seja, automatizo uma tarefa que a sua equipa faz à mão, dentro do seu próprio Microsoft 365. A primeira é por minha conta, para ver como trabalho num problema seu.
Por exemplo:
- Correio triado e etiquetado por regras à chegada.
- Duas versões de um documento comparadas, com as diferenças listadas.
- Um verificador que revê um pedido ou uma lista antes de seguir.
É para empresas de 20 a 150 pessoas que usam o Microsoft 365: uma por empresa, até um dia do meu trabalho. Aceito duas por mês. Cria-me uma conta só com o acesso de que a tarefa precisa, que é removida quando termino, e o que construí fica consigo.
Escolhemos a tarefa na conversa gratuita de 30 minutos.
Sobre mim
Eu próprio já geri empresas.
Antes de trabalhar em informática, geri negócios. Em Lisboa tive e geri a minha própria empresa. Em Varsóvia fui diretor-geral de uma cadeia de retalho que passou de uma loja e cinco pessoas para dez lojas e cerca de 150 pessoas, com duas aquisições. Depois criei equipas de vendas internacionais a vender para a Europa, a América Latina e o Médio Oriente. Em todos esses cargos perdia horas por semana com sistemas que deviam simplesmente funcionar.
Antes de fundar a 3DH, passei três anos na Accenture, na conta da Microsoft. Hoje faço esse trabalho para empresas de 20 a 150 pessoas e fico depois de a primeira coisa estar a funcionar.
Trata diretamente comigo, e sou eu que faço o trabalho. Quando algo precisa de um especialista, trago-o e digo-lhe quem é e porquê.
Membro do Microsoft AI Cloud Partner Program (ISV Success) · Parceiro de licenciamento Microsoft (CSP) através da Pax8 · Autor do Scout, agente de IA para escritórios de advogados, publicado no Microsoft Marketplace (abre num novo separador)

Como funciona
Começa com uma conversa.
- Uma conversa gratuita de 30 minutosConta-me como funciona o negócio e para onde vai o tempo. Não levo slides nem diagnósticos.
- Uma automação sem custosEscolhemos uma tarefa que a sua equipa faz à mão, e eu automatizo-a sem custos. Depois decide se quer avançar.
- Seis meses, mensalidade fixaO âmbito fica por escrito antes de começar, e não há faturação à hora.
- Acompanhamento contínuoContinuo responsável pelo que construí e passo à coisa seguinte.
Projetos mais pequenos
Nem tudo precisa de seis meses. Há coisas que são um único projeto: um site, uma ferramenta interna, uma migração, um verificador como o de cima. Faço-as à parte, por um preço fixo e com data de entrega. Se der origem a mais, falamos dos seis meses. Se não der, fica com o que construí e com a documentação.
Projetos recentes: o site de uma empresa de desenvolvimento de energia renovável em Varsóvia, em polaco e inglês. O site e a loja de uma marca espanhola de cosmética. Entre outros projetos desenvolvidos, páginas de destino em quatro línguas para o HomeTurf, um conceito de reservas em dia de jogo para adeptos a viver no estrangeiro. Ver os projetos
Perguntas frequentes
Perguntas que os empresários me fazem
O que faria a IA, concretamente, por nós?
A leitura, a triagem e a verificação que ninguém quer fazer: correio etiquetado à chegada, duas versões de um documento comparadas, um pedido verificado antes de seguir. Funciona nas ferramentas da Microsoft que já usa, e a decisão continua a ser de uma pessoa. Se uma automação simples fizer melhor o trabalho, é isso que recebe.
Já temos uma pessoa de informática.
Ótimo. Trabalho com ela. Essa pessoa mantém o dia a dia a funcionar, e eu fico com os projetos que nunca chegam ao fim: a migração, a configuração da segurança, a automação, a IA. Ganha ajuda, não um substituto.
Precisamos do Copilot?
Não no primeiro dia. O Copilot vê tudo o que as suas pessoas conseguem abrir, por isso os ficheiros e as permissões têm de estar em ordem primeiro, senão mostra as coisas erradas. Quando a base estiver limpa, testamo-lo com algumas pessoas e só compra mais licenças se as usarem.
Quanto custa?
A primeira automação é gratuita. Depois, uma mensalidade fixa durante seis meses, acordada por escrito antes de começar. Não há faturação à hora. Custa menos do que contratar um responsável de informática e um especialista em IA, e tem uma pessoa sénior a cobrir tudo. As licenças da Microsoft são faturadas à parte e discriminadas. Falamos de valores na primeira conversa, depois de eu perceber do que precisa. Um projeto isolado tem um preço único, acordado antes de começar.
Como garante a continuidade e as substituições?
Tudo o que construo é seu. Está documentado e é-lhe entregue sempre que pedir. As ausências são combinadas com antecedência e, quando algo precisa de um especialista ou de uma substituição, trago um parceiro da rede de parceiros da Microsoft e digo-lhe quem é.
O que acontece depois dos seis meses?
A decisão é sua. Devolvo tudo à sua equipa com documentação, ou continuo como a sua função de informática e IA. Paga uma parte do meu tempo, não um salário a tempo inteiro, e quando algo precisa de um especialista, trago-o da rede de parceiros da Microsoft. Nada se renova automaticamente e não há fidelização de doze meses.